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Até Anderstorp na Suécia, a VPG te espera lá!
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Gean Celso dá mais um importante passo na batalha pelo título da VPG Challenge
Tdo caminhava pra uma corrida onde o favoritismo de Cristian Rudnick parecia inabalável. Embora com bons tempos, parecia impossível para Gean buscar seu adversário. Parecia, pois as coisas tomaram rumos inesperados já na tomada de tempos. Em duas voltas ruins, Rudnick largou apenas em 20º lugar, enquanto Gean cravou o segundo tempo,sendo superado apenas por Fábio Sakita. Incrível. Em apenas uma sessão, o favoritismo para a corrida mudava completamente de mãos. The stage is set ‘n the green flag drop! Na cautelosa largada tentando evitar toques e acidentes, Gean Celso conseguiu se manter atrás de Sakita, que largou muito bem. em seguida, José Henrique Spontão e Sérgio Refkalefsky eram seguidos de perto por Leonardo Sampaio. Cristian Rudnik, em uma excelente primeira volta, pulava 5 posições e já pressionava Kauê Lessa pelo 13° lugar. Outra boa briga neste início foi a de Marcelo Menescal e Jeferson Richart, além de Fábio Pra e Alan Akbar se matando pelo 17° lugar. Com um ótimo início de prova e vindo com um ritmo forte, Rudnick se aproveitava das brigas de Menescal e Richart para grudar e ultrapassar ambos. Ele já era o 9°.
Uma atuação de gala, talvez tarde demais A vitória de gean celso jogou um balde água fria na reação de cristian Rudnick. Mesmo com uma corrida digna dos grandes, Rudnick chegou em 3° e viu seu rival ficar a um passo do título. na próxima etapa, em Mondello, Gean Celso assegura o caneco caso marque 6pts a mais que Rudnick, abrindo 31pts e assegurando o título com uma rodada de antecipação. Resta a Cristian Rudnick andar como nunca, e torcer para que Gean Celso amealhe poucos pontos. Mesmo não “matando” a disputa em Mondello, Gean tem uma excelente posição ao poder levar a decisão para Anderstop precisandode poucos pontos, independente de onde Rudnick chegar. Quem será o grande campeão da mais acirrada e cruenta categoria da Liga VPG? Gean Celso, ou Cristian Rudnick? A resposta você confere no circuito sueco de Anderstop, dia 05/08 às 21:30hs, com transmissão ao vivo pela Race Brasil.
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Até Mondello na Irlanda, a VPG te espera lá!
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VPG Challenge entra em reta final com 3 pilotos brigando diretamente pelo título Quando Gean Celso venceu a última etapa da categoria em Las Vegas, 2 semanas atrás, tudo embolou lá na frente. Com 90pts contra 83 de Cristian Rudnick e 61 de Pedro Mega, o piloto da Sinister ganhou fôlego na liderança e poderá se consolidar como favorito para o título nesta quinta-feira, no circuito de Ímola. Até este início de reta final, a caminhada não tem sido fácil. Gean estreeou com uma vitória em Dijon-prenois, após uma briga incessante com o próprio Rudnick. Outros pilotos cotados para brigar pela vitória, como o pole Alan Akbar ou o atual campeão e vice da categoria, respectivamente Adriano Max e Sérgio Refkalefsky, tiveram problemas dos mais diversos. Parecia o prenúncio de uma temporada menos polazrizada que a anterior e também como novos ‘personagens’. Os ares franceses continuaram fazendo bem a Gean Celso que, já em Magny-cours, conseguiu um excelente 2º lugar, com Rudnick apenas em 4º. O vencedor foi o estreante Pedro Mega, também da Sinister. A superioridade dos 5 primeiros para os demais foi realmente grande, com destaque para os 27s impostos por Mega ao Celso. Ainda falando francês, Spa-Francorchamps foi palco do início da reação de Cristian Rudnick. Sem tomar conhecimento da concorrência, o piloto da Knights Motors Team deu um show e faturou na lendária pista belga, retomando a ponta da tabela. Mas ao mudar de Ares, a coisa complicou para Rudnick. Em las Vegas, Gean Celso novamente vence, deixando Fábio Sakita em 2º e Jeferson Richart 3º, reassumindo a liderança. Mas de certa forma Rudnick pode comemorar. Não fosse a regra dos descartes, onde o pior resultado do piloto é automaticamente descartado, a diferença que hoje é de 9pts subiria para 15. E chegamos a Imola, rápida e sinuosa pista italiana, de boas e más lembranças para o automobilismo mundial. Palco de grandes vitórias e grandes tragédias, a pista pode ser um fator a mais de decisão nesta reta final de campeonato. Seu traçado rápido para os carros da Challenge e sua largura reduzida poderão proporcionar ‘pegas’ muito bons ou acidentes. Embora seja uma pista que intercala trechos rápidos e mais lentos, justamente sua largura reduzida implica que no tráfego de corrida, os ritmos serão naturalmente mais comedidos. Existem vários pontos críticos na pista, notadamente nas chicanes, onde quando não há barreiras de pneus fixas e que erve praticamente como postes, existem as ‘tartarugas’, carinhosamente rebatizada para ‘estegossauros’, em alusão a sua dimensão generosa. O menor toque nessas saliências torna o controle do carro quase impossível, indicando que para conseguir ultrapassar ou defender uma posição, a paciência será um fator tão ou mais importante que a velocidade. Quem pode tomar vantagem do traçado italiano? Gean Celso ou Cristian Rudnick?! O registro das hotlaps, que são exatamente o registro de tempos de volta no servidor da Liga VPG, indicam uma vantagem para Rudnick. Seu melhor tempo, com o carro em ritmo de classificação, foi de 2:02.291. Assombroso, páreo para os carros da VPG Pro, categoria imediatamente acima da Challenge. Se tomarmos esses registros como um guia crível de força para a etapa, a coisa pode enrolar d evez. Gean Celso tem em seu melhor tempo, também em ritmo de treino classificatório ‘apenas’ 2:04.446, mais de 2 segundos atrás, sendo o 6º mais rápido nas sessões de treinos. Outros fatores podem entrar na conta e a caraterística da pista pode influenciar. Rudnick se deu muito bem em pistas de alta(em relação a categoria), como Spa ou Dijon. Já em pista de baixa/média, Gean celso conseguiu melhorar seu desempenho, vencendo em Las Vegas(baixa) e chegando em 2° em Magny-cours. A diferença na tabela parece traduzir justamente os três momentos do campeonato onde Rudnick deixou escapar a chance de estar liderando o campeonato neste momento: A vitória que lhe escapou em Dijon pela estratégia usada pelo Gean Celso; O 4° lugar em Magny-cours, quando havia largado a frente do Gean, terminando 2 posições atrás do mesmo(2°); Mais um 4º lugar, em Las Vegas, enquanto Gean vencia. Detalhes, em cada uma das ocasiões. Meros detalhes. De qualquer forma, Rudnick parece ensaiar novamente uma reação, a julgar apenas pelas hotlaps. A boa notícia para Gean é que as características mais travadas da pista de Imola podem favorecer tanto briga direta quando sua tendência de se sair ainda melhor em circuitos mais exigentes em termos de ritmo, como os de baixa/média velocidades. Quem, após Imola, poderá sair líder?! O atual, gean celso, poderá abrir ainda mais vantagem para seu adversário mais direto? Poderia Cristian Rudnick iniciar a reação final e polarizar de evz a disputa com Gean? Pedro Mega poderá encostar em ambos e entrar diretamente na briga nas 2 últimas corridas?! Começaremos a ter a resposta à partir das 21:30h desta quinta-feira, com transmissão direta da Race Brasil. Vai perder? |
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Até Mondello na Irlanda, a VPG te espera lá!
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Mike vence 5° etapa da Open em Imola e traz lembranças do nosso tri campeão mundial Ayrton Senna. Esta etapa da Open em Imola nos trouxe lembranças nostálgicas e traumáticas da morte do nosso eterno campeão Ayrton Senna que nos fazia tão feliz nas manhãs de domingo. Quem não lembra do tema da vitória tão famoso que fazia nossos corações baterem forte e acelerado na última curva antes de suas vitórias? Infelizmente, aquela manhã fria de domingo de 1994 deixaria nossos corações gelados com a morte estúpida de Senna na curva Tamburello. Mas vamos falar de coisa boa e de alguém que sem dúvida relembrou as belas ultra passagens de nosso campeão Senna. Depois de um grid de classificação formado por Mike dos Santos (Race Brasil) em 1°, Jonatan Richart (R4F) em 2°, e Felipe Nardi (BREZ – MOTORSPORT) em 3°, a corrida não começou muito bem para Mike que no início da corrida caiu para penúltimo lugar depois de perder várias posições na largada, com isso Jonatan assumiu a 1° colocação com Jeferson Richart em 2° largando muito bem. Mas como estávamos falando, Mike não estava disposto a fazer feio diante da torcida italiana e na 2° volta já era o 3° colocado. Fábio Pra que havia largado em 5° e caiu para 11° viu seu amigo Luiz H. Costa em 10° errar e acabar na caixa de brita onde o carro ficou preso e teve que abandonar a prova na 3° volta. Flávio Lumbreras vinha tentando acompanhar o ritmo de Mike dos Santos que estava “frenético” atrás de Jeferson tentando pegar-lhe a 2° colocação. Na 5° volta tivemos uma boa briga pela 4° colocação entre Felipe Nardi e Etienne Caron o piloto Francês que foi superado por Nardi na descida depois da perigosa chicane, na mesma volta, Flavio Lumbreras depois de uma forte batida contra a barreira de pneus abandonou a prova com a suspensão arrebentada; uma pena, porque vinha muito bem na prova. Wantuil Rodrigues em uma corrida discreta vinha na 9° posição atrás de Fábio Pra que também vinha atrás de Marco Memória que deu uma vacilada na chicane e deu de bandeja a posição pra Fábio Pra que vinha mais rápido e tinha contornado melhor a chicane. Mike lá na frente vinha baixando tempo volta após volta e na volta 8 encostou em Jeferson Richart que se defendia muito bem, durante a volta eles chegaram a alternar posições mas Jeferson que não da mole pra ninguém conseguiu fechar a volta na frente. Jonatan tentava escapar mas sofria muito com a pressão de Jeferson e Mike que cada vez mais encostavam nele. Fabio Pra que vinha muito rápido supera Chico Inglês e assume a 5° posição na 9° volta com Felipe Nardi parando nos boxes, deixava o caminho livre para os dois; a recuperação de Fabio Pra na corrida foi surpreendente. Na 10° volta depois de muita briga ferrenha entre Mike e Jeferson o primeiro ultrapassa esse segundo assumindo a 2° posição na corrida. Chico Inglês que parecia estar com problemas e vinha perdendo rendimento começa a sofrer pressão de Marco Memória que vinha na 7° posição na corrida, Chico se defendia como podia, mas parecia brigar com o carro. Mike investia tudo o que podia pra cima de Jonatan Richart que também vinha muito bem na prova, usava toda sua experiência e vinha balançando o carro apontando no retrovisor de Jonatan fazendo uma pressão psicológica para forçar algum erro. A partir daí a briga ficou bonita entre os dois que começavam a disputar cada freada, Jonatan parecia ter um melhor acerto de reta e Mike melhor pressão aerodinâmica que o fazia mais rápido nas curvas. Na 15° volta pararam nos boxes Fabio Pra, Chico Inglês, Marco Memória, e Mike dos Santos que apostava nesta estratégia, com isso conseguiu voltar na 3° posição atrás de Jeferson que ainda não havia parado e Jonatan que parou na 16° volta. Felipe Nardi perdeu a traseira do carro na curva e bateu forte na barreira de pneus acertando a lateral do carro, o que destruiu sua suspensão e o tirou da corrida. Jonatan depois de sua parada vinha muito forte abusando do carro para ganhar tempo acaba rodando na chicane e batendo forte contra o muro…fim de prova para ele, tinha tudo pra levar o pódio. Mike continuava na caça e Jeferson que abria muita vantagem com seu carro bem leve, pois ainda não havia parado, foi parar na 21° volta, conseguiu um pit stop muito rápido, provavelmente não trocou pneus e conseguiu voltar na frente de Mike, só que Mike dos Santos já vinha mais leve e com seus pneus e freios aquecidos enquanto Jeferson tinha acabado de sair dos boxes, dai já viu né…Mike veio babando pra cima de Jeferson, que na 26° volta colou na sua traseira e com um vácuo na saída dos boxes nos fez relembrar as grandes e geniais ultrapassagens de Senna, Mike por fora e Jeferson por dentro defendendo a posição, Mike retarda a freada e Jeferson deixa para frear dentro da curva, como seus pneus já estavam desgastados, Mike saiu mais forte com um traçado melhor e mais aderência e superou Jeferson na curva tomando a primeira posição, que EMOCIONANTE!!! Daí para frente foi só conduzir o carro até a última volta e receber a bandeirada na terceira prova seguida. E tudo ficou assim: 1° Mike dos Santos (Equipe Race Brasil) — Nosso Galvão Bueno do A.V 2° Jeferson Richart (Equipe R4F) — Ice Man 3° Fábio Pra (Equipe Vira Copos) — “Pra cima deles Prá!” O VT da corrida pode ser assistido na integra clicando aqui. PS: Por problemas na transmissão esta etapa não terá VT. Até Mondello, lá teremos com certeza grandes pegas…a VPG te espera lá!
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A quinta etapa da categoria Master, disputada em Imola, mais uma vez seguiu o roteiro que vem sendo mostrado nas ultimas etapas. Fabio Sakita conquistou a pole position, seguido de Gill Santos e Tony Martins. Na sequencia vieram Tarcilo Assis, Ricardo Soeiro e Jeferson Richart.
Na largada todos mantiveram suas posições, mas ainda na primeira volta, Gill e Tarcilo se enroscaram. Com isso Tony pulou para a 2ª posição, seguido de Ricardo e Jeferson. Por ser um circuito de difícil ultrapassagem onde qualquer erro pode custar-lhe a corrida, a paciência era um ingrediente indispensável para os pilotos. A corrida terminou com Fabio Sakita (Flash Power Speed Team) em 1º, Tony Martins em 2º e Ricardo Soeiro (Viracopos) em 3º. Na seqüência chegaram Tarcilo Assis, Andre Castanheira e Marcello Menescal. Faltando apenas duas etapas, Fabio Sakita coloca a mão na taça…
O VT da corrida pode ser assistido na integra clicando aqui. O resultado final da corrida pode ser conferido clicando aqui. A classificação completa do campeonato pode ser conferida clicando aqui.
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Até Ímola, a VPG te espera lá!
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Mais um show de estratégia e experiência levam Mike dos Santos ao primeiro lugar! Na classificação deu Adriano Max(Viracopos) fazendo a pole com Mike dos Santos(Race Brasil) em segundo e Júlio Cézar(Piratas) em terceiro. Logo no início Adriano Max larga bem, já Mike dos Santos não tão bem assim, perde algumas posições e Fábio Pra se aproveita disso e assume a segunda posição. Já na primeira curva acontece o primeiro “bololo”, no meio do “bafafa” Wantuil Rodrigues toca Jeferson Richart que fica com o carro avariado e sua suspensão danificada, com isso Júlio Cézar acaba rodando também. Logo em seguida Jonatan Richart também leva um toque e roda mas consegue retornar para a pista.Adriano Max acaba tocando o carro no muro na entrada da reta principal e sua suspensão começa a trabalhar de forma ineficaz o fazendo perder tempo, com isso Fábio Pra se aproveita da deixa e assume a 1° posição com Mike dos Santos na cola dele. Já nosso amigo Júlio Cézar que tinha feito a 3° melhor volta da qualificação e estava na caça dos ponteiros abandona na 3° volta por problemas sérios em seu carro. Logo depois Adriano Max o famoso Amax, acabou errando sozinho novamente na entrada da reta batendo forte e perdendo a roda e em seguida super aquecendo o motor obrigando-o a abandonar a prova. Considerações curiosas sobre Adriano Max Parece que as forças ocultas com técnicas de “VUDU” que ajudaram Amax o ano passado a vencer o campeonato estão se revoltando e se voltando contra ele este ano. Dizem que se você não faz os “agrados” que a entidade pede ele se volta contra você até que você pague o que prometeu, não sei se por motivos financeiros ou inviabilidade temporal me parece que Amax não acertou suas dívidas com o “coisa ruim”, “Kabrunco”, “Pé redondo”, “Kramunhão”, “Tinhoso” ou seja lá qual seja a sua graça é melhor Amax pegar um jatinho direto de Las Vegas e acertar isso o mais rápido possível. Voltando a corrida… Começaram vários pegas, Marco Memória com André Vial, Jeferson Richart fazendo volta rápida em cima de volta rápida, depois André Vial com Jonatan Richart proporcionaram boas disputas mesmo em um circuito de rua travado que não permite muitas ultrapassagens, até que o Marco Memória não fez jus ao seu sobrenome e acabou não “lembrando” que vários pilotos já haviam batido no mesmo ponto – “A curva assassina da entrada da reta principal” ( Trocadilho de Memória e Lembrando ficou cretino mas tudo bem) e acabou assinando o muro também deixando o carro sem condições de corrida tendo que abandonar a prova, outros que o seguiram foram Glédson Aléssio e Felipe Nardi. Aos 37 minutos Mike dos Santos na estratégia de “mineirinho” o famoso “come quieto”, faz a melhor volta da prova e começa a pressionar Fábio Pra andando no vácuo com muita malícia forçando – o ao erro, mas Fábio Pra que já tem uma experiência significativa em monopostos não se intimidava tão fácil. Aos 32 minutos Jeferson Richart faz sua parada nos boxes e na saída começa a pressionar Chico Inglês que estava com o motor super aquecendo e não podia elevar muito os giros do seu formula 3, por isso Jeferson acaba ultrapassando e seguindo em busca do pódio. Aos 26 minutos Fábio Pra vai para os boxes e Mike aproveita para acelerar e tentar fazer voltas rápidas antes do seu pit stop, e com isso acaba fazendo a volta mais rápida da corrida com 1:29,048, em seguida aos 19 minutos ele faz a sua parada e a faz muito rápida gastando apenas 8 segundos com a estratégia de não trocar pneus. “Troceiro” o famoso Fábio Pra vinha baixando o tempo na busca atrás do Mike porque tinha feito sua parada antes e estava com pneus aquecidos e com menos combústivel, mas na “curva assassina” de Las Vegas Fábio erra e bate danificando muito o carro, conseguiu chegar aos boxes mas rodou na entrada do pit e ao sair super aqueceu o motor que apagou e o fez abandonar a corrida, uma pena, pois vinha fazendo uma boa corrida. Flávio Lumbreras que vinha em terceiro depois da parada de Jeferson Richart se aproveita e fica em segundo lugar com Jeferson na cola dele. Mas quase no fim da corrida Flávio bate forte e acaba abandonando perdendo a chance de chegar ao pódio. Para se ter uma noção de quantos acidentes tiraram pilotos dessa corrida estamos falando de 14 pilotos que largaram e de cinco que permaneceram até o fim, os últimos dos “Moicanos” eram Mike em 1°, Jeferson em 2°, Jonatan em 3°, Vial em 4° e Chico em 5°. Fato curioso ficará marcado no Automobilismo Virtual Brasileiro Jeferson Richart que já vinha desde o começo da corrida com o seu carro avariado por causa de um incidente com Wantuil Rodrigues acaba no final da corrida na última volta dando um “totó” na mureta de proteção e ficou com o carro mais desequilibrado ainda quando furou o seu pneu dianteiro direito, ao tentar fazer a penúltima curva antes de receber a bandeirada Jeferson bate forte contra a barreira de pneus e perde a sua roda dianteira direita junto com a suspensão, mesmo assim se arrastou com três rodas ralando as muretas de Las vegas até cruzar a linha de chegada, não é a toa que é conhecido como “ICE MAN” um tremendo discipulo de Kimi Raikkonen com tamanha frieza no final da corrida. Nós os mais velhos de Automobilismo vamos lembrar no automobilismo real as vitórias de Senna com pneu furado e rasgado, câmbio quebrado funcionando apenas algumas marchas, mas com três rodas é algo inédito. Com isso Mike vence a corrida da 4° etapa da OPEN em Las vegas com Jeferson(R4F) em 2° lugar seguido de Jonatan Richart(R4F) em 3° colocado deixando o campeonato da 2° Temporada bem disputado entre Mike e Jeferson.
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![]() Na ultima segunda-feira tivemos a 4ª etapa da categoria Master, que aconteceu no circuito de rua de Las Vegas. No qualy não tivemos surpresas e pela 4ª vez consecutiva a pole ficou com Fabio Sakita. Jeferson Richart ficou com a 2ª posição, seguido por Gill Santos e Adriano Max. A terceira fila ficou com Tony Martins e Jonatan Richart. Na largada Jeferson conseguiu superar Sakita e assumiu a ponta da prova. Na disputa pela 3ª posição, Amax saiu embutido em Gill no final da primeira volta e conseguiu ultrapassá-lo na reta dos boxs. Mas Gill tentou dar o troco na curva seguinte e acabou rodando, ficando atravessado na pista, atrapalhando Sergio Refkalefsky. Mas logo em seguida foi a vez de Amax ter problemas e cair para a 6ª posição. E o pódio foi composto por Fabio Sakita (Flash Power Speed Team) em 1º, Adriano Max (Viracopos) em 2º e Jeferson Richart (Racers4Fun) em 3º. Na seqüência chegaram Gill Santos, Ricardo Soeiro e Tarcilo Assis. O VT da corrida pode ser conferido clicando aqui.
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“…Judia de mim; Judia…Entre cacos e cavacos sobrei eu, duro nos cascos bem curtidos…”. (Zeca Pagodinho e o trecho da música “Judia de mim”) Este trecho da música do Zeca retrata bem o que aconteceu durante a terceira etapa de SPA Francorchamps na categoria OPEN, com muitos acidentes e abandonos se os carros pudessem falar falariam que foram judiados, e os seis primeiros carros que terminaram diriam exatamente o final do trecho que diz que entre cacos e cavacos sobraram eles. Os três primeiros do Grid alinharam da seguinte forma: em 1° Mike dos Santos, em 2° Rafael Nunes e em 3° Jeferson Richart e assim se deu início a corrida que traria muitas emoções pela frente. Na largada Júlio Cézar da abertura a sequência de escapadas e seguintes acidentes que aconteceriam durante a corrida quando perde o carro na subida da EAU ROUGE, com isso ele acaba perdendo um tempo enorme logo no começo da corrida, aparentemente não danificou o seu carro a ponto de prejudicar a sua corrida, mas teve que “remar” um bocado para acompanhar novamente o pelotão de frente. Em seguida Jonatan Richart pegou a zebra e rodou na frente de Flávio Lumbreras que acabou saindo da pista e bateu danificando suas rodas e jogo de suspensão, e assim, dando adeus a sua corrida abandonou. Outro que o seguiu como exemplo foi Jorge Hernandes que pisou com o carro também em cima da zebra e bateu muito forte na barreira de pneus abandonando a prova, logo em seguida foram Júlio Cézar, Fábio Pra, e Etienne Caron. Lá na frente Mike dos Santos e Rafael Nunes brigam na reta antes da Bus Stop e Mike que havia se desconcentrado um pouco toma novamente a ponta e começa abrir vantagem para os que o seguiam. Jeferson Richart e Rafael Nunes disputam posição na reta Kemmel e na entrada da Les Combes Jeferson Richart toca levemente a roda traseira de Rafael Nunes que desequilibrou e foi parar na área de escape, mas o mesmo conseguiu voltar a pista na frente do André Vial na 5º colocação. Enquanto isso Mike dos Santos estava abrindo 2 segundos de vantagem contra Jeferson Richart que depois da confusão com Rafael Nunes estava na 2º posição. André Vial que vinha fazendo uma boa corrida começa a caçar Rafael Nunes, mas quando chegaram na La Source, Vial perdeu o controle do carro e rodou ficando atravessado na pista, esperou por algum tempo e quando achou que não havia mais carro deu marcha ré, e para sua surpresa… Chico Inglês aparece por trás do cotovelo e quase é acertado por Vial, tirou “fina” mas não acertou… Mike dos Santos que vinha voando baixo crava a melhor volta da corrida com 2:18 e Jeferson Richart na cola dele para tentar brigar pela 1° posição. Aos 38 minutos apenas 11 carros permaneciam na pista, como todos sabem SPA Francorchamps não da margem para erros, qualquer desatenção ou maior abuso das zebras vai dançar levantando poeira no mês das festividades de São João como disse o nosso amigo Allan Akbar! (eu que o diga…) As áreas de escape com caixas de areia não seguram o carro,principalmente os monopostos que são mais baixos. Marcelo Matos depois de sua “Luxação no pulso” na última etapa vinha tentando se recuperar na corrida fazendo uma pilotagem bem agressiva, mas estava a 53 segundos do 1° colocado Mike dos Santos. Depois de uma disputa acirrada entre Amax e Chico Inglês na Pouhon, Vial que vinha comboiando os dois, se aproveita da deixa do Chico e o passa ainda tocando levemente seu carro. Vial estava decidido a “Judiar” de seus oponentes, lógicamente no bom sentido, e na saída da EAU ROUGE aos 34 minutos persegue ferozmente Amax e como vinha muito embalado e claramente com um melhor acerto do carro na reta acaba superando o piloto da Vira Copos, mas na entrada da segunda perna da Les Combes Adriano Amax toca a traseira de Vial e o mesmo vai parar na brita batendo forte e não podendo continuar com a corrida, assim seu carro ficou “entre cacos e cavacos” judiado no canto até ser rebocado. Amax depois do toque no Vial precisou reparar o seu carro e entrou nos boxes, mas segundo declarações do próprio Amax ao vivo durante a transmissão da Race Brasil logo depois do incidente, não entendeu o trabalho de equipe Vira Copos que não reparou o seu carro e muito menos reabasteceu, com isso seu combustível acabou e ele abandonou indignado com a equipe de boxes. Com certeza a equipe terá que dar boas explicações por este erro. Para não perder o costume, Felipe Nardi, Wantuil Rodrigues e Luiz H. Costa abandonam próximo do final da corrida. Marcelo Matos que vinha andando no limite o tempo todo roda e bate na mureta e abandona depois que a sua suspensão ficou sem condições de prosseguir. Marco Memória e Rafael Nunes abandonam aos 22 minutos e aos 21 minutos Mike e Jeferson vão para seus pit stops, Mike consegue fazer 9 segundos de paragem contra 15 segundos de Jeferson, isto porque Mike preferiu não trocar o pneu arriscando levar o carro até o final como estava, já Jeferson trocou os pneus e vinha muito mais equilibrado na busca pela primeiro lugar, mas essa diferença de tempo nos pits custou caro para Jeferson Richart que se esforçou para buscar Mike. Com 5 segundos de vantagem e que foi caindo aos poucos até a última volta Mike dos Santos consegue se manter a frente de Jeferson e vence a corrida com méritos de não “Judiar” do carro e conseguir “entre cacos e cavacos” a primeira vitória na temporada. E tudo ficou assim: 1° Mike dos Santos (Nosso Galvão Bueno do AV) 2° Jeferson Richart (ICE MAN) 3° Jonatan Richart (Brother do ICE MAN) O VT da corrida pode ser conferido clicando aqui.
Até a próxima em Las Vegas!
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Fantástica Spa propicia vitórias inéditas, e Cristian Rudnick fatura 3ª etapa da Challenge
Não teve pra ninguém. Espantando uma nuvem negra que teimava em pairar sobre sua cabeça, Rudnick venceu em Spa-Francorchamps com extrema autoridade. A prova começou de forma caótica, com muitos pilotos deixando seus ‘autógrafos’ nas muretas da Eau-rouge. Alan Akbar, que havia vencido a Light um dia ants na mesma Spa, ficou pra trás. Sérgio Refkalefsky foi outro ‘premiado’, junto com Marcelo Camarinha e, realmente, muitos outros. Um dos favoritos, Gean Celso, foi também jogado para trás, sendo obrigado a fazer uma corrida de recuperação em ritmo alucinante. Uma simples situação, uma grande definição. Entre os primeiros, Pedro Mega segurava a turma, enquanto Rudnick abria muito. Rudnick foi aos boxes tranquilamente, com mais de 10s a frente do segundo colocado. Enquanto Fábio Pra, Maikon Pinheiro e Jeferson Richart eram limitados, Gean Celso vinha atropelando a concorrência com um ritmo alucinante. Outro que se beneficiou dos acidentes e das disputas foi o surpreendente Ernesto Brock, que largou em último e, antes da metade da prova, já andava entre os 10 primeiros. Ne me quitte pas, Il faut oublier…Tout peut s’oublier… Ah Spa. Bélgica. Terra natal de Michael Le Brel, compositor e intérprete de uma das canções símbolo da música francesa, carregadíssima de drama, desespero, lamúrias e amor. ‘Ne me quitte pas’ fala de uma relação tempestuosa, que vai chegando ao fim sob o desespero de um homem, que pede para que os tempos de desentendimento passem, pois tudo pode e deve ser esquecido. Como a pista não absolutamente nada a ver com isso, muita gente teve a relação com Spa encerrada sem choro nem vela. 9 pilotos abandonaram dentre acidentados e sem combustível, com caso notório de prejuízo para Leonardo Sampaio e Fábio Sakita, que precisam procurar proteção divina urgentemente nessa temporada. Como diria Bezerra da silva: ‘Só a vi faca voar! Só vi a faca voar, voar, voar só vi a faca voar!’ O final da corrida foi eletrizante. Sérgio Refkalefsky tentava uma ultrapassagem sobre Jonatan Richart. os dois se enroscam pelos bigodes e Alan Akbar agradece as duas posições, chegando em 8º. Agora olha o calvário do sujeito: Sérgio fica sem combustível na última curva. Não é de lascar?! Já Fábio Pra vinha feito uma égua doida pra cima de Pedro Mega, que sofria muito com perda de desempenho de seu carro. Fábio colou e passou a pressioná-lo de forma bastante incisiva. Trocaram posições algumas vezes. Quem, de novo, se beneficiou disso? Gean Celso. O rapaz já vinha em 4º, embutido na briga à sua frente, esperando uma sobrinha. E ela veio. Na´bus stop, Fábio Pra e Pedro Mega emendam os bigodes e Gean coloca o carro pelo lado da briga, alcança o 2º posto, contorna a Le Source e finaliza uma vigorosa corrida de recuperação com um belo 2º lugar. Pedro Mega fechava o pódium com Fábio Pra em 4º. A classificação ficou apertadinha. Com a regra dos descartes, cada piloto pode eliminar seu pior resultado. Isso embola tudo. Aplicando o descarte, Rudnick lidera com 62pts, seguido de perto por Gean Celso com 59pts e Pedro Mega com 56pts. Por equipes, a Sinister continua liderando folgada com 164pts, seguida pela Knights Motors Team com 84 e pela taurus Motorsports, que vem com 38pts. A próxima etapa da VPg Challenge ocorre dia 8 de julho no circuito de rua de Las Vegas, EUA. Cuidado com os muros e até lá! O VT da corrida pode ser conferido clicando aqui. |
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